terça-feira, 4 de outubro de 2011

6. Proposta de uso do recurso


A . Os numeros no nosso dia-a-dia
O nome de cada aluno é muito importante professor, por isso, proponha uma atividade onde utilizara seu nome e substituira cada letra do prenome ( nome inicial) por um número , seguindo a ordem Ex: A=1, B =2, e assim sucessivamente até o Z =23.
Feita a substituição, cada aluno faz a soma dos números obtidos na troca pelas letras e diz o total. O Professor solicita que os alunos discutam os resultados numericos encontrados e a relação com o tamanho do nome e dos valores das letras.

B. As relações matemáticas com o cotidiano.

Ao chegar a sala de aula, o professor diz aos alunos que esta perplexo com os preços das coisas. Antes de ir a escola, ele passa em um supermercado e anotou o preço dos seguintes produtos que gostaria de comprar. A tabela está abaixo, onde escreveu no quadro:

Produtos Preço
Refrigerante R$ 1,50
Biscoito R$ 2,20
Sabão em pó R$ 3,15


Logo após ele disse, eu preciso de um refrigerante, três pacotes de biscoito e duas caixas de sabão em pó. O professor questiona aos alunos:

• Quanto vou gastar ?
• Tenho uma cedula de R$ 50,00, qual será o meu troco ?

Após a turma ter respondido as questões o professor divide a sala em grupo e distribui um folheto de produtos(encarte de supermercado, ou de eletrodoméstico. Etc) e sugerir uma situação problema a serem resolvidos pelo grupo.
Após os resultados encontrados, o professor fala da importância das quatro operações no nosso dia-a-dia.

5. Revisão da literatura



O conceito fundamental experimentou sucessivas extensões em seu significado, à medida que a solução de novos problemas o exigia ou à medida que o aprimoramento do rigor lógico e das novas teorias matemáticas o permitia. Este conceito surgia de uma forma abstrata e intuitiva, no entanto, sendo objeto de estudo de diversos pensadores. * Pitágoras considerava o número a essência e o princípio de todas as coisas; * Schopenhauer o conceito numérico apresenta-se "como a ciência do tempo puro";

* Newton abordava que número é a relação entre a quantidade e a unidade;
* Euclides concebia que o número é um composto da unidade;
* Brennes conceituava que o número é o resultado da medida de uma grandeza;
* Benjamin Constant estimava que os números são o resultado da comparação de qualquer grandeza com a unidade;
* Aristóteles dizia que número é o movimento acelerado ou retardado;
* Natucci Schuller afirmava que número é a pluralidade medida pela unidade;
* Baltzer assegurava que o número é a expressão que determina uma quantidade de coisas da mesma espécie;
* Bertrand Russell garantia que o número é a classe de todas as classes equivalente a uma dada classe.

Assim os números foram se constituindo devagar, em decorrência das necessidades diária de registrar as contagens. Assim podemos aceitar o fato de que o número é uma invenção da humanidade e não apenas de alguns poucos homens.

4. Fundamentação teórica



O estudo dos números é parte fundamental da matemática na escola, como também faz parte no cotidiano de qualquer indivíduo, assim a idéia de números existe independente da escola. E, para se chegar ao conceito de números deve-se dedicar ao estudo da disciplina Matemática para se obter a compreensão das palavras e expressões numéricas.
Segundo Dienes Golding em seu livro Conjuntos, números e potências

Uma parte importante da Matemática é consagrada ao estudo dos números. Os números não têm existência concreta como os objetos que vemos ao nosso redor. Os números são propriedades, precisamente como o são as cores, as formas, as dimensões, etc. O número é uma propriedade que se refere às coleções, aos conjuntos de objetos. Nenhum objeto pode ter a propriedade “dois”. Mas um conjunto de objetos pode ter a propriedade “dois”. Por isso é evidente que antes de estudar os números, precisamos estudar os conjuntos de objetos. É preciso ficar bem claro que os conjuntos se referem aos objetos e os números, aos conjuntos. ( Dienes-Golding, 1976, p. 1).

3. Panorama atual

Tradicionalmente, a prática mais freqüente no ensino de Matemática era aquela que pressupunha que o aluno aprenda por reprodução. Considerava-se que uma reprodução correta era evidência de que ocorrera a aprendizagem.
Assim nasce uma nova perspectiva de trabalho em que se considere a criança como protagonista da construção de sua aprendizagem, o papel do professor ganha novas dimensões. Além de organizador, o professor também é consultor nesse processo. Aquele que oferece as informações necessárias, que o aluno não tem condições de obter sozinho.
Com relação aos novos papéis para alunos e professores, é essencial: a construção do conhecimento pelo aluno, o trabalho em equipe e a comunicação em sala de aula.
A escola tem a função de promover o desenvolvimento das competências básicas tanto para o exercício da cidadania quanto para o desempenho de atividades profissionais.
O ensino de Matemática tem importância, pois permite resolver problemas da vida cotidiana, tem muitas aplicações no mundo do trabalho e é essencial no auxílio em outras áreas do conhecimento, assim como interfere na formação intelectual, estruturação do pensamento e agilização do raciocínio dedutivo do aluno.
Um professor com uma boa compreensão das estruturas matemáticas e do pensamento matemático das crianças tem um efeito positivo sobre seus alunos. Por em prática as modificações no ensino não é uma tarefa simples. Pesquisas sobre o efeito das reformas do ensino de matemática ainda tem muito que caminhar, inclui nas iniciativas reformadoras uma prática que possibilita aos alunos estarem envolvidos em tarefas de invenção de problemas e algoritmos.
Infelizmente ainda há professores que modificam algumas atividades, mas mantêm práticas tradicionais de exposição dos conteúdos. Adotam práticas que conduzem os alunos à resolução de problemas, mas não possibilitam que eles discutam e confrontam suas soluções. O aluno não constrói um conceito em resposta a um problema, mas constrói um campo de conceitos que tomam sentido num campo de problemas.

2.Panorama do currículo


Muitas vezes nos momentos de reflexão nos perguntamos: Por que ensinar este ou aquele conteúdo matemático? Qual a relevância deste assunto? A discussão sobre a seleção e a organização de conteúdos é uma discussão complexa que não se resolve com apresentação de uma listagem de conteúdos comuns a serem desenvolvidos nacionalmente.O currículo de matemática devem contemplar os estudo dos números e das operações ( no campo da Aritmética e da àlgebra). A seleção de conteúdos a serem trabalhados pode se dar numa perspectiva mais ampla, ao procedimentos e atitudes a serem trabalhados em classe, o que trará certamente um enriquecimento ao processo de ensino e aprendizagem.
Número: Durante o ensino o aluno perceberá a existência de diversas categorias numéricas criadas em função de diferentes problemas que a humanidade teve que enfrentar – números naturais, inteiros positivos e negativos, racionais ( com representações fracionária e decimais) e irracionais. À medida que se deparar com situações – problema – envolvendo adição, subtração, multiplicação, divisão, potenciação e radiciação – ele irá ampliando seu conceito de número.
O ensino de Matemática, na perspectiva renovadora, caracteriza-se em atribuir novo significado aos conteúdos a serem ensinados através da mudança de sua visão de mundo e pelos novos papéis para alunos e professores. Observa-se que a resolução de problemas assume papel central no ensino-aprendizagem. Ela não é uma atividade para ser desenvolvida em paralelo ou como aplicação da aprendizagem, mas uma orientação para a aprendizagem, pois proporciona o contexto em que se podem aprender conceitos, procedimentos e atitudes matemáticas.

1. Breve histórico



A descoberta do número não aconteceu de repente, nem foi uma única pessoa a responsável por essa façanha. O número surgiu da necessidade que as pessoas tinham de contar objetos e coisa.
Nos primeiros tempos da humanidade, para contar eram usados os dedos, pedras, os nós de uma corda, marcas num osso...
Com o passar do tempo, este sistema foi se aperfeiçoando até dar origem ao número.
Há mais de 30.000 anos, o homem vivia em pequenos grupos, morando em grutas e cavernas para se esconder dos animais selvagens e proteger-se da chuva e do frio.
Para registrar os animais mortos numa caçada, eles se limitavam a fazer marcas numa vara. A escrita ainda não tinha sido criada. Para contar, o homem fazia riscos num pedaço de madeira ou em ossos de animais. Mais ou menos há 10.000 anos, o homem começou a modificar bastante o seu sistema de vida
Começaram a surgir as primeiras comunidades organizadas, com chefe, divisão do trabalho entre as pessoas etc..
Com a lã das ovelhas eram tecidos panos para a roupa. O trabalho de um pastor primitivo era muito simples. De manhã bem cedo, ele levava as ovelhas para pastar. À noite recolhia as ovelhas, guardando-as dentro de um cercado.
Mas como controlar o rebanho? Como Ter certeza de que nenhuma ovelha havia fugido ou sido devorada por algum animal selvagem?
O jeito que o pastor arranjou para controlar o seu rebanho foi contar as ovelhas com pedras. Assim:
Cada ovelha que saía para pastar correspondia a uma pedra. O pastor colocava todas as pedras em um saquinho. No fim do dia, à medida que as ovelhas entravam no cercado, ele ia retirando as pedras do saquinho. Que susto levaria se após todas as ovelhas estarem no cercado, sobrasse alguma pedra!
Esse pastor jamais poderia imaginar que milhares de anos mais tarde, haveria um ramo da Matemática chamadoCálculo, que em latim quer dizer contas com pedras.

EQUIPE



DISCIPLINA: História da Matemática
PROFESSOR FORMADOR: Rosemeire de Fátima Batistela
EQUIPE:
Cíntia Olegário
FLávio Odorico
Italva Teresa
Judival Olímpio
Telma Leal - G09

V semestre