
O conceito fundamental experimentou sucessivas extensões em seu significado, à medida que a solução de novos problemas o exigia ou à medida que o aprimoramento do rigor lógico e das novas teorias matemáticas o permitia. Este conceito surgia de uma forma abstrata e intuitiva, no entanto, sendo objeto de estudo de diversos pensadores. * Pitágoras considerava o número a essência e o princípio de todas as coisas; * Schopenhauer o conceito numérico apresenta-se "como a ciência do tempo puro";
* Newton abordava que número é a relação entre a quantidade e a unidade;
* Euclides concebia que o número é um composto da unidade;
* Brennes conceituava que o número é o resultado da medida de uma grandeza;
* Benjamin Constant estimava que os números são o resultado da comparação de qualquer grandeza com a unidade;
* Aristóteles dizia que número é o movimento acelerado ou retardado;
* Natucci Schuller afirmava que número é a pluralidade medida pela unidade;
* Baltzer assegurava que o número é a expressão que determina uma quantidade de coisas da mesma espécie;
* Bertrand Russell garantia que o número é a classe de todas as classes equivalente a uma dada classe.
Assim os números foram se constituindo devagar, em decorrência das necessidades diária de registrar as contagens. Assim podemos aceitar o fato de que o número é uma invenção da humanidade e não apenas de alguns poucos homens.
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